ve separated my life from truth
This cold air taste real
Ive stumbled back
Im back
My lamp is almost burned
Reminds me of your eyes
When you calmly said
Weve no more space
For all your tired and dirty past
And I believe it all to be true
Beyond this time, youll pull through
My lamp has almost burned
Reminds me of your eyes
When you calmly said
Weve no more space
For all your tired and dirty past
And I believe it all to be true
Beyond this time, youll pull through
domingo, janeiro 31, 2010
terça-feira, janeiro 19, 2010
Palco da vida
Palco da vida
"Pesa o silêncio no palco da vida",
e pesa a vida em ti, e pesam os sentidos que constróis e que gritam, gritam: és tu, tu és quem eu quero!
Pesa o silêncio no palco da vida e, e eu ofusco esse silêncio,
não me quero calar,
Silêncio grita comigo!
2003-10-16
"Pesa o silêncio no palco da vida",
e pesa a vida em ti, e pesam os sentidos que constróis e que gritam, gritam: és tu, tu és quem eu quero!
Pesa o silêncio no palco da vida e, e eu ofusco esse silêncio,
não me quero calar,
Silêncio grita comigo!
2003-10-16
20 de abril de 2004
O rio que corre no teu olhar:
um olhar que é verde e é rio,
esse rio corre sem parar
e abre em mim rio e mar que morre.
Corre e morre, morre e corre
porque é rio, rio frio do olhar...
Brilha no escuro porque é estrela,
luzeiro nas noites inquietas,
lembrança de conversas secretas,
secretas como o brilho do brilhar...
Esse olhar é meu, é teu,é do mundo, é da vida.
É o olhar que prometeu,
prometeu horizontes perdidos sem saída!
É assim o teu olhar!
É assim este rio!
Rio que corre, olhar que morre,
No brilho de cada despedida
serenna
um olhar que é verde e é rio,
esse rio corre sem parar
e abre em mim rio e mar que morre.
Corre e morre, morre e corre
porque é rio, rio frio do olhar...
Brilha no escuro porque é estrela,
luzeiro nas noites inquietas,
lembrança de conversas secretas,
secretas como o brilho do brilhar...
Esse olhar é meu, é teu,é do mundo, é da vida.
É o olhar que prometeu,
prometeu horizontes perdidos sem saída!
É assim o teu olhar!
É assim este rio!
Rio que corre, olhar que morre,
No brilho de cada despedida
serenna
Porta aberta
Já agora se não for pedir muito poderiam fazer-me o favor de fecharem a porta quando sairem. É que não posso mais com o frio. Boa noite!
Mea Culpa?
Porque é que a culpa tem de ser sempre minha, mesmo quando não tive culpa nenhuma? Acho que sou um bom bode expiatório para a minha mãe. Quando algo se estraga ou não funciona a culpa é sempre minha...Estou a ficar cansada disto. Podem fazer o favor de lhe dizer que só porque sou um pouco desastrada, isso não significa que seja a culpada de todos os males do mundo! Vou ver se durmo e se me passa O MAU humor porque hoje o dia não esteve pelos ajustes. Não esteve não!!
segunda-feira, janeiro 18, 2010
start over
oh please tell me about love
I never really understood that stuff
Days fall into nights
But wrong won't turn to right
When you reach the top of the tree
And there's nothing left to see
Do we lay and die?
Another on to run dry
So what's this life
What's this life we've chosen?
What it would be like
If we started all over again?
Oh please tell me about love
I never really understood that stuff
What's this life we've chosen?
What it would be like
If we started all over again?
And I just might,
I just might be brave and bold
And what it would be like
If we started all over again?
David Fonseca
terça-feira, janeiro 12, 2010
segunda-feira, janeiro 04, 2010
2010
Há alguns dias, em conversa, disse que não esperava nada deste ano e, por isso, não tinha grandes planos ou resoluções. A verdade é que é muito mais fácil fazer isso. Pensando bem, acho que é uma forma bastante cobarde de se viver, mas de qualquer das formas é o que pretendo fazer. Acredito que não vale a pena esperar muito, pois sei que esperar só leva a mais espera, assim sendo, sob pena de ser cobarde, não vou esperar nada, vou apenas Ser. QUE venham mais dias, meses de não espera.
Alienação
Uma boa forma de alienar as poucas pessoas que lêem o que escrevo é deixar de actualizar o blog, logo querido seguidor, peço imensas desculpas por isso. Espero que tenhas tido um óptimo natal e uma passagem de ano fantástica. Hm, achas que me podes perdoar? LOL
Bom ano!
Bom ano!
quinta-feira, dezembro 24, 2009
Merry Christmas
Meus Caros:
Tenham um excelente Natal com tudo aquilo que já sabem que faz falta. Enjoy yourselves.
Tenham um excelente Natal com tudo aquilo que já sabem que faz falta. Enjoy yourselves.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Christmas Spirit
Sempre me questionei acerca da razão para não podermos falar directamente com o Pai Natal e pedir-lhe o que queriamos. Aparentemente, ele ouviu-me e criou isto. Vão lá pedir uns presentinhos que eu deixo.
quarta-feira, novembro 25, 2009
Soundtrack for the mind
Esta tem sido a minha banda sonora, ultimamente. Adoro como me faz sentir...LEVE. Relax and enjoy.
Go fug yourself
Alguém que não tenha mais nada para fazer e que esteja interessado em cosquices de roupas e que tenha uma alma de Cláudio Ramos dentro de si, vá até aqui e desfrute. Não há nada melhor para o nosso ego do que cortar um pouco na casaca dos famosos, ainda que esses estejam a quilómetros de distância. Garanto que se vão rir e que irão começar a ser assíduos por aquelas paragens. So, go fug yourself e não se esqueçam de sorrir, afinal o big brother is watching you.
kiss kiss bang bang
kiss kiss bang bang
Poetry again
Não sei quem sou
por detrás desta máscara que coloco diariamente...
Sei que sou vazio e esquecimento
numa história sem virgulas, nem pontos finais
que nunca chegou a começar
12 de março de 2004
por detrás desta máscara que coloco diariamente...
Sei que sou vazio e esquecimento
numa história sem virgulas, nem pontos finais
que nunca chegou a começar
12 de março de 2004
terça-feira, novembro 24, 2009
Escrever ou não escrever eis a questão
Hoje apetecia-me escrever que a palavra escrever não devia ser escrita. Devia ser pensada. Pensar que se escreve em vez de se escrever pode muito bem ajudar a organizar alguns gatafunhos que tenho aqui dentro. No entanto, desobedeci à minha directiva e escrevo sem noção do que é escrever. Escrevendo só por escrever a palavra escrever. Escrevam lá isso. Eu vou pensar que já escrevi.
terça-feira, novembro 17, 2009
As memórias de Infância

A propósito de umas fotos vistas aqui e aqui acerca da velha infância resolvi, aqui, postar a única foto que tenho de quando era uma petiz, inconsciente e inocente.
Conseguem adivinhar quem eu sou?
segunda-feira, novembro 09, 2009
Adeus Bólinhas

Estou a pensar seriamente em fazer o enterro ao meu bolinhas...não é que pifou outra vez! Hoje, ia para ir para as aulas e pumba não andava. Estou bem arranjada. Estou, estou. Resta-me começar à procura de substituto. Desejem-me sorte.
segunda-feira, novembro 02, 2009
Robert Frost and Quentin Tarantino
Aqui há uns anos, o senhor Quentin Tarantino fez um filme de seu nome: death proof que continha uma cena infame para muitos e deliciosa para tantos outros. Nessa cena, Butterfly, a personagem principal, diz que fará uma lapdance ao homem que lhe recitar parte de um poema. Esse poema é, nada mais nada menos, um poema de Robert Frost:Stopping by Woods on a Snowy Evening. Para além de uma banda sonora brilhante, podemos contar com estas pequenas particularidades que, a maioria das vezes, distinguem um bom filme de um mau filme. Para quem esteja curioso, aqui está um excerto dessa cena e o poema que lhe deu origem. Enjoy.
Stopping by Woods on a Snowy Evening
Whose woods these are I think I know.
His house is in the village, though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.
My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.
He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.
The woods are lovely, dark, and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.
Robert Frost
Stopping by Woods on a Snowy Evening
Whose woods these are I think I know.
His house is in the village, though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.
My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.
He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.
The woods are lovely, dark, and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.
Robert Frost
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