Terça-feira, Novembro 24, 2009

Escrever ou não escrever eis a questão

Hoje apetecia-me escrever que a palavra escrever não devia ser escrita. Devia ser pensada. Pensar que se escreve em vez de se escrever pode muito bem ajudar a organizar alguns gatafunhos que tenho aqui dentro. No entanto, desobedeci à minha directiva e escrevo sem noção do que é escrever. Escrevendo só por escrever a palavra escrever. Escrevam lá isso. Eu vou pensar que já escrevi.

Terça-feira, Novembro 17, 2009

As memórias de Infância


A propósito de umas fotos vistas aqui e aqui acerca da velha infância resolvi, aqui, postar a única foto que tenho de quando era uma petiz, inconsciente e inocente.
Conseguem adivinhar quem eu sou?

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Adeus Bólinhas


Estou a pensar seriamente em fazer o enterro ao meu bolinhas...não é que pifou outra vez! Hoje, ia para ir para as aulas e pumba não andava. Estou bem arranjada. Estou, estou. Resta-me começar à procura de substituto. Desejem-me sorte.

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Robert Frost and Quentin Tarantino

Aqui há uns anos, o senhor Quentin Tarantino fez um filme de seu nome: death proof que continha uma cena infame para muitos e deliciosa para tantos outros. Nessa cena, Butterfly, a personagem principal, diz que fará uma lapdance ao homem que lhe recitar parte de um poema. Esse poema é, nada mais nada menos, um poema de Robert Frost:Stopping by Woods on a Snowy Evening. Para além de uma banda sonora brilhante, podemos contar com estas pequenas particularidades que, a maioria das vezes, distinguem um bom filme de um mau filme. Para quem esteja curioso, aqui está um excerto dessa cena e o poema que lhe deu origem. Enjoy.




Stopping by Woods on a Snowy Evening


Whose woods these are I think I know.
His
house is in the village, though;
He will not see me stopping here
To
watch his woods fill up with snow.

My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.

He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.

The woods are lovely, dark, and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.


Robert Frost







O que dizer?

O que dizer quando não há nada mais a dizer, quando todos os silêncios pesam e as palavras ficam secas na boca? O que dizer depois de todos os olhares se terem perdido e as lágrimas se terem seco? O que dizer depois da noite que antecede a manhã, a manhã que sucede à noite e de todas as noites se terem eternizado naquele dia? O que dizer quando já não há desculpas, quando o coração grita, quando não há mais distâncias incorrectas, apenas distâncias? O que dizer depois da saudade? O que dizer depois do amor?


18 de Outubro 2009

Sábado, Outubro 31, 2009

Shopenhauer

ComO diria shopenhauer VIVER é sofrer. Para este senhor são as nossas vontades que provocam toda a nossa dor e sofrimento. Talvez, por isso, ontem, por minha vontade, tenha feito figura de ursa perante uma mesa cheia de pessoas. Lá está, as escolhas/ as vontades condicionam-nos. Voltava a fazer? Nao sei! Mas, pelo menos, fiz a minha vontade e se me tiver que arrepender de alguma coisa, que seja daquilo que fiz.

JANTAR duas vezes

Futuro do Presente do Indicativo
eu convierei
tu convierás
ele convierá
nós convieremos
vós conviereis
eles convierão

E, desta forma, eu devia ter conviido que não devia ter jantado antes de decidir que ia a um jantar...